Horácio Ramasine – Terapeuta Conferencista

Archive for Janeiro, 2011

Mais de 30% das pessoas são acometidas de depressão pós-férias!

Você acaba de voltar das férias e já sente uma falta de energia inexplicável, dores no corpo e um desânimo enorme ao cumprir suas obrigações? É bem provável que você esteja com depressão pós-férias, mal que aflige 23% dos brasileiros, segundo estudo realizado pela Isma-BR (International Stress Management Association no Brasil), instituição voltada para a investigação e gerenciamento do estresse.
A pesquisa contou com 540 profissionais de 25 a 60 anos de idade, residentes em São Paulo e em Porto Alegre, com uma média de tempo de trabalho de 12 anos.
Entre os participantes com diagnóstico de depressão pós-férias, os sintomas mais comuns foram dores musculares, incluindo cefaleia (comum a 87% deles), cansaço (83%), angústia (89%) e ansiedade (83%). Do total, 68% afirmaram usar medicamentos e 52% citaram o consumo de álcool como forma de aliviar o mal-estar.
A depressão pós-férias não deve ser confundida com o desconforto da segunda-feira, ou após um feriado prolongado, que produz sintomas menos intensos e duradouros, segundo a presidente da Isma-BR, Ana Maria Rossi.
Os profissionais mais vulneráveis à depressão pós-férias, segundo o levantamento, foram os de finanças, saúde, informática e aqueles que estão fora de sua área de formação.
De acordo com Rossi, o mal-estar na volta ao trabalho não costuma durar mais do que duas semanas, tempo que corpo e mente levam para se readaptar à velha rotina.
Mas os sintomas são um indicativo de descontentamento com o ambiente de trabalho ou com o próprio ofício. A pesquisa mostrou que 93% das vítimas de depressão pós-férias se sentem insatisfeitas profissionalmente; 86% não veem possibilidade de promoção ou desenvolvimento; 71% consideram o ambiente de trabalho hostil ou pouco confiável; e 49% têm conflitos interpessoais no local de serviço.
Outro ponto detectado é que, quanto mais tempo no mesmo emprego, maiores as chances de sofrer de depressão pós-férias. “Muita gente sabe que o trabalho lhe faz mal, mas não sai por causa do salário ou de algum outro tipo de benefício”, descreve. Essa relação de dualidade traz muita culpa e angústia, principalmente quando não há perspectivas de mudança: “Quando a pessoa sabe que o sofrimento é temporário, pois decide que vai ficar naquele trabalho só até cumprir determinada meta, fica mais fácil lidar com a insatisfação”, pondera.
Você deve buscar compensações. A especialista ensina que, no mundo ideal, a solução mais adequada para o problema seria buscar um emprego que proporcionasse mais satisfação. “Mas a gente sabe que isso não é tão simples”, admite. A saída, então, é buscar compensações para a falta de motivação, procurando os amigos, dedicando-se a algum hobby prazeroso ou fazendo algum trabalho voluntário. “Sentir-se gratificado e saber que sua colaboração tem valor é importante até para manter a sanidade”, justifica.Tente fraccionar suas férias. Outra maneira de reduzir o risco de depressão pós-férias é fracionar o período de descanso. Rossi garante que os benefícios da medida já foram comprovados em pesquisas do Isma e de outras instituições. No entanto, a legislação brasileira só permite que a pessoa divida as férias em no máximo dois períodos de 15 dias. A especialista acredita que pelo menos três pausas de dez dias são o ideal, pois exigem menor mobilização para deixar as coisas em ordem antes de sair e evitam o acúmulo de pressões e demandas. “Quando o efeito da pausa anterior passa, a pessoa já tem um novo período de descanso”, relata. Evite postergar seu descanso! Se você é do tipo que ama o que faz ou é viciado em trabalho, as férias podem até ser motivo de estresse. Nesse caso, o conselho é conciliar o período de descanso com algum curso. Como ressalta Rossi, deixar de fazer pelo menos uma pausa ao longo do ano prejudica muito a produtividade. E isso é algo que nem você, nem a empresa para a qual trabalha, vão querer que aconteça. E você? Acabaram-se as férias? Como está? Estamos ao seu dispor para conversar!
Horácio Ramasine – Psicoterapeuta Holístico

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A Psicoterapia simplificada.

Segundo a Drª Dora Bicho, em se tratando de uma primeira consulta de psicologia ou psicoterapia, algumas palavras àqueles para quem a ideia de ir a um psi, parece uma ideia algo ousada ou até mesmo uma aventura. Ela achou por bem dividir o artigo em dois momentos, dedicando o primeiro à tomada de decisão em consultar um psi, e o segundo ao início da“aventura” no seguimento dessa mesma decisão. Notemos, desde já que psic(o) vem do grego psykhé que significa alma. Portanto, todas as abordagens psi, sejam elas quais forem, tratam da nossa mente. E há muitas. Desde as mais abrangentes a ramificações mais especializadas.
Será também útil saber algo sobre alguns termos e ela escolheu, dentre os muitos existentes, alguns termos mais comummente utilizados: psicologia, psicoterapia, psicanálise e psiquiatria.
A psicologia [do grego psykhé (alma) + lógos (estudo) + ia] é uma área do conhecimento muito abrangente. Ela trata, na sua globalidade, de tudo o que diz respeito ao comportamento e processos mentais. Aplica-se ao nível da prevenção e do tratamento. O psicólogo é portanto um técnico dessa área. Ele estuda, diagnostica e intervém em tudo o que se relaciona com a mente.
A psicoterapia [do grego psykhé (alma) + therapeía (tratamento)] faz parte da psicologia, mas corresponde mais especificamente ao tratamento psicológico. As metodologias utilizadas num tratamento psicológico diferem consoante os terapeutas e teorias subjacentes.
A psicanálise [do grego psykhé (alma) + análysis (análise)] é um método de investigação psicológica e de psicoterapia. A abordagem terapêutica consiste na análise intensiva da vida mental consciente e inconsciente, no passado e no presente do paciente.
A psiquiatria [do grego psykhé (alma) + iatreía (cura)] é um ramo da medicina que trata dos problemas mentais e da sua terapêutica. Portanto, um psiquiatra é um médico que seguiu a especialização em psiquiatria.
Então; assim quanto aos motivos que podem levar alguém a consultar um psi, podemos dividi-los em três grupos. Os que o fazem como um investimento pessoal e/ou profissional de auto-reflexão. Os que o fazem por sentirem um mal-estar algo difuso, ou uma sensação de insatisfação ou tristeza pouco claros. E ainda aqueles que procuram ajuda para resolução de um problema específico.
Enfim, quem quer prevenir, cuidar, tratar dos dentes, por exemplo, vai ao dentista; quem quer prevenir, cuidar, tratar da mente vai a um psi. Uma vez tomada a decisão de ir a um determinado psi criam-se expectativas. Imaginamos como será o especialista (se nunca o vimos), como se relacionará connosco, que perguntas nos fará, o que pensará de nós. Ou até, se achará o nosso caso muito complexo e de difícil resolução, e se sim, se nos culpabilizará por isso. Tudo isto faz parte da “aventura” e provavelmente, correndo tudo bem, são dúvidas que se vão esclarecendo favoravelmente.
Uma ideia muito comum é esta: o que se passa comigo é inconfessável, uma vergonha, porque isto só acontece comigo ou com pessoas fracas como eu. É o que muitos pensam, os que procuram ajuda e os que não a procuram. Nada de mais errado, porque uma coisa é aquilo que imaginamos que se passa na vida das outras pessoas, e outra coisa é aquilo que realmente se passa. É tendência geral, a preocupação em esconder o que parece condenável e apontado como motivo de vergonha.

É de sublinhar que o trabalho com um psi é um trabalho de colaboração. É um trabalho em que o cliente tem um papel activo, orientado pelo especialista (que, tendo-se especializado naquela matéria, tem mais conhecimentos do que o cliente sobre a mesma).
Quanto ao caso específico da Psicoterapia, ela consiste num trabalho de reflexão, descoberta, e compreensão pessoal. E também num treino para a capacidade de auto-reflexão. Propício ao crescimento. A Psicoterapia é portanto adequada para quem pensa que tem responsabilidade pela sua vida, e que por isso, pode fazer algo por si.
Espero que estes comentários importantes da Drª Dora Bicho, você meu amigo, minha amiga, resolva, tome coragem e compartilhe conosco o seu problema, a sua fobia e até mesmo o seu transtorno! Lembre-se porém que se não houver empatia, inteiração e comunicação entre as partes; psicoterapeuta e cliente, o processo não será finalizado a contento e talvez seja interrompido antes mesmo que começa! A vontade de tratar-se é fundamental e preponderante no trabalho! Pense nisso e seja bem vindo(a) aos nossos consultórios!

Horácio Ramasine
Psicoterapeuta Holístico
CRT 44668 – Sinte/ABPR

Os números de 2010

Os duendes das estatísticas do WordPress.com analisaram o desempenho deste blog em 2010 e apresentam-lhe aqui um resumo de alto nível da saúde do seu blog:

Healthy blog!

O Blog-Health-o-Meter™ indica: Este blog é fantástico!.

Números apetitosos

Imagem de destaque

Um Boeing 747-400 transporta 416 passageiros. Este blog foi visitado cerca de 5,400 vezes em 2010. Ou seja, cerca de 13 747s cheios.

Em 2010, escreveu 2 novo artigo, aumentando o arquivo total do seu blog para 15 artigos. Fez upload de 12 imagens, ocupando um total de 2mb. Isso equivale a cerca de uma imagem por mês.

O seu dia mais activo do ano foi 14 de Abril com 42 visitas. O artigo mais popular desse dia foi O que é a Depressão?.

De onde vieram?

Os sites que mais tráfego lhe enviaram em 2010 foram filhosdomilenio.yolasite.com, google.com.br, mail.live.com, mail.yahoo.com e blog.com.pt

Alguns visitantes vieram dos motores de busca, sobretudo por psicopatias, depressão, urso, fracasso e tdah

Atracções em 2010

Estes são os artigos e páginas mais visitados em 2010.

1

O que é a Depressão? Junho, 2009
2 comentários

2

As Psicopatias Resumidas! Setembro, 2009
1 comentário

3

Síndrome de Burnout: uma doença do trabalho? Setembro, 2009
5 comentários

4

ALUNO É TRANSITÓRIO! FILHO É PARA SEMPRE! Julho, 2009

5

Fracasso? Julho, 2009
4 comentários

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